domingo, 9 de maio de 2010

hq independente VII de XI


monta-se o cenário de guerra. numa interação entre quadrinhos, o coronel, em frente a um mapa rodoviário, aponta o pedágio real no quadrinho seguinte.

sábado, 8 de maio de 2010

hq independente VI de XI


a partir desse momento, nossos amigos vão cada vez mais fundo na encrenca! na terceira e quarta cenas, o fio vertical que corta um desenho ao meio, delimita dois tempos: o carro parado, no primeiro, e arrancando à esquerda, no segundo.

hq independente V de XI


esta sequência ficou assim solta, para fundir as cenas e forçar o clima de sucessão de eventos em turbilhão. para quem nasceu no período quaternário, saiba que no terciário existia essa “taxa rodoviária única” (tru) paga por todos os proprietários de veículos, mesmo os que não utilizavam rodovias. no quaternário resolveram aparar as arestas, e fundiram tudo o que quiseram cobrar, no “ipva”. mesmo assim, os pedágios se multiplicaram como formigas e encareceram escandalosamente... dizem que é o progresso.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

hq independente IV de XI


aqui usei um recurso que foi reutilizado de maneira diferente na “oficina nelsão”, com a estilização do trajeto do carro até o primeiro pedágio da estrada. utilizei também bendays (retículas) da letraset em vários quadrinhos desta história, como nos vidros do carro de perfil e no “céu ensolarado” da estrada estilizada.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

hq independente III de XI


ainda estava na fase dos balões organizadinhos, que hoje me dão enjoo. a arte-final foi feita a nanquim, com caneta rothring nº 04.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

hq independente II de XI


como na “oficina nelsão”, aproveitei a independência editorial para fazer experiências... nesta página começo colocando como primeiro quadrinho, o próprio carro enquadrado em seu espelho retrovisor. também eliminei os espaços entre quadrinhos, como se fosse uma colagem das cenas em diversos ângulos de visão.

terça-feira, 4 de maio de 2010

hq independente I de XI


esta história foi publicada em maio de 1980, no número 1 de uma revista independente chamada "quadrinho vivo", editada por mim, fabio mestriner e cláudio rocha. esse projeto também não passou de uma edição. nessa época não desistíamos tão facilmente... se a tentativa não desse certo, partíamos logo para outra. com a ditadura nos estertores, tínhamos espaço para roteiros mais libertários como esse de autoria do fabio, com desenhos meus. nesta abertura, encaixei as cenas num ponto de fuga comum, mas em pontos de vista diferentes - ou algo assim - no último quadro o ponto de fuga se assenta no horizonte do pé da página, coincidindo no encaixe com a linha que parte do ponto comum aos outros quadros. prestando atenção, dá para entender.